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Entre 2000 e 2017, a percentagem da população jovem portuguesa dos 25 aos 34 anos sem ensino secundário diminuiu de 70% para 30%.

 

Portugal era, em 2000, o país da Europa com a maior percentagem de população entre os 25 e os 34 anos sem ensino secundário (68%), estando a mais de 30 pontos percentuais do segundo país nestas condições (Espanha). De 2000 a 2017, a trajetória descendente de Portugal não teve paralelo entre os restantes países europeus, especialmente entre 2010 e 2016. Esta evolução ainda não permitiu aos jovens portugueses atingir os mesmos patamares de outros países, nem a média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), situada atualmente em 15%. No entanto, mereceu grande destaque pela OCDE, que descreveu este feito como sendo «de longe» o maior entre os seus estados-membros e países associados.

 

Embora ainda bastante aquém da média europeia (que se fixa nos 14,4%) importa fazer a leitura cruzada com as medidas implementadas e com outros números da educação, para se entender como muitos deles se conjugaram para que Portugal conseguisse um tão acentuado decréscimo em menos de duas décadas.

Se compararmos Portugal com os restantes países da OCDE – excluindo os 22 países da União Europeia (UE) que também fazem parte –, apenas o México e a Turquia apresentam percentagens mais elevadas de população jovem que não concluiu pelo menos o ensino secundário.

Ainda assim, Portugal tem merecido destaque por ser o país que teve a maior redução de população entre os 25 e os 34 anos sem o secundário, entre 2000 e 2017, período em que se registou uma descida de 25 pontos percentuais.

Não podemos, no entanto, deixar de olhar para o extremo da tabela: a Coreia do Sul já aparece em 2000 com apenas 7% da população jovem sem, pelo menos, o nível secundário. Desde 2003 tem mantido essa percentagem nos residuais 2%.

 

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