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Análise de regressão

A análise de regressão é uma ferramenta estatística usada para modelar a relação entre uma variável dependente e uma ou mais variáveis independentes. Especificamente, a análise de regressão descreve como o valor típico da variável dependente muda quando qualquer uma das variáveis independentes aumenta ou diminui, mantendo as outras variáveis independentes constantes. Permite conhecer, por exemplo, o contributo único das variáveis independentes consciência fonológica e rapidez de nomeação para a leitura de palavras, que é a variável dependente.

Soto T. (2013) Regression Analysis. In: Volkmar F.R. (eds) Encyclopedia of Autism Spectrum Disorders. Springer, New York, NY 


Análise de trajetórias

A análise de trajetórias ou path analysis é uma técnica estatística que permite investigar padrões de efeito dentro de um sistema de variáveis. Examina o impacto de um conjunto de variáveis preditoras em múltiplas variáveis dependentes. A análise de trajetória é semelhante à regressão múltipla, pois o efeito de múltiplos preditores numa variável dependente também pode ser avaliado. No entanto, difere da regressão múltipla, pois duas ou mais variáveis dependentes podem ser examinadas ao mesmo tempo. Permitem conhecer, por exemplo, o contributo único de variáveis independentes como a consciência fonológica e a rapidez de nomeação para a leitura de palavras e compreensão em leitura (variáveis dependentes). Neste caso, podemos ainda obter o contributo indireto, por exemplo da consciência fonológica para a compreensão em leitura, mediado pela leitura de palavras.
 
Allen, M. (Ed.). (2017). The SAGE encyclopedia of communication research methods. SAGE Publications.  


Auto-eficácia

É a crença sobre a capacidade de concluir uma tarefa ou resolver um problema futuro. Se a perceção de auto-eficácia numa área for muito menor do que a capacidade, o indivíduo muito dificilmente se desafiará. Se, pelo contrário, for muito maior do que a capacidade, o indivíduo definirá metas muito altas que possivelmente falharão. A auto-eficácia ideal está um pouco acima da capacidade do indivíduo, alta o suficiente para ser desafiadora e ao mesmo tempo realista.


Autoeficácia para a aprendizagem autorregulada (AAA)

Foi definida como a confiança dos alunos em aplicar uma variedade de estratégias autorreguladas necessárias para alcançar o sucesso académico (Zimmerman & Bandura, 1994; Zimmerman & Martinez-Pons, 1990). Através do desenvolvimento de crenças de autoeficácia, os alunos podem identificar com confiança as tarefas académicas necessárias, estabelecer parâmetros de referência para a conclusão de tarefas importantes e ser responsáveis ​​por seu próprio progresso na consecução dos seus objetivos escolares (Schunk, 1982; 1983; 1984). A crença de uma criança na sua própria eficácia académica mostrou ser um fator que contribui para a sua motivação e resultados, mais do que as suas capacidades académicas. As crianças que têm esta característica estabelecem objetivos mais elevados para elas próprias, aplicam-se mais nas tarefas escolares, mesmo perante dificuldades, e têm melhor controlo dos seus horários de trabalho (Bandura, 1993; Bouffard-Bouchard, Parent, & Larivee, 1991; Collins, 1982; Schunk, 1984).


Autorregulação

É a capacidade para direcionar o comportamento e controlar os impulsos, a fim de cumprir certos padrões ou atingir objetivos. Envolve essencialmente a capacidade de estabelecer metas e monitorizar o comportamento para garantir que sejam alcançadas.


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