As cookies são importantes para o correto funcionamento deste site e são usadas para melhorar a sua experiência. Clique em OK para as aceitar e avançar ou consulte a nossa política de privacidade para ver a descrição detalhada do tipo de cookies que usamos.

OK
pt en
A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z A-Z

Scaffolding (pontos de ancoragem ou andaimes cognitivos)

Os novos conhecimentos e informações apresentados aos alunos são aprendidos e retidos mais eficientemente quando alguns conceitos relevantes e específicos (pontos de ancoragem) existem na estrutura cognitiva dos alunos e podem ser convocados para o processo de aprendizagem. O termo foi cunhado por David Ausubel, psicólogo norte-americano, doutorado em Psicologia do Desenvolvimento, nas suas obras de 1963 e 1968, sobre psicologia da aprendizagem e a visão cognitiva da psicologia educacional.  
O professor deve construir o ensino de modo a recorrer ao conhecimento prévio do aluno e a apoiá-lo ao longo do processo. Usando a metáfora original, o professor vai fornecendo níveis sucessivos de apoio diversificado, retirando estes “andaimes” à medida que o aluno vai chegando a níveis mais elevados de aquisição de conhecimento e capacidades. Idealmente, no final da sequência de ensino, o aluno deverá integrar os novos conhecimentos na sua estrutura cognitiva. 

O professor deve iniciar a tarefa com um organizador prévio de aprendizagem, que situe os alunos e que comporte material reconhecível pelos alunos para que os novos conhecimentos sejam incorporados na estrutura cognitiva, permitindo que o material mais pormenorizado e diferenciado seja progressivamente retido. Por exemplo, o professor poderá apresentar um problema recorrendo a várias técnicas como a exposição oral, a apresentação de figuras ou gráficos ou solicitar aos alunos que formulem o problema pelas suas próprias palavras. Neste caso, o apoio do professor é fornecido quando o aluno não é capaz de avançar na resolução e reduzido à medida que o aluno se torna autónomo. 


Sentido do Número

É um termo usado para descrever uma grande variedade de conceitos matemáticos relevantes com mais de 30 componentes:

  1. A faculdade que permite reconhecer que alguma coisa mudou num pequeno conjunto quando, sem conhecimento direto, um objeto foi retirado ou acrescentado ao conjunto (Santzig, 1954).
  2. Habilidades elementares ou intuições sobre números e aritmética.
  3. Habilidade de aproximar ou estimar.
  4. Capacidade de fazer comparações de grandeza numérica.
  5. Capacidade de decompor números naturalmente.
  6. Habilidade de desenvolver estratégias úteis para resolver problemas complexos.
  7. Habilidade de usar as relações entre operações aritméticas para compreender o sistema decimal.
  8. Capacidade de usar números e métodos de quantidade para comunicar, processar e interpretar informação.
  9. Conhecimento de vários níveis de precisão e sensibilidade para a razoabilidade dos cálculos.
  10. Vontade de entender situações numéricas, através da procura de ligações entre novas informações e conhecimento já adquirido.
  11. Ter conhecimento dos efeitos das operações sobre os números. 
  12. Ter fluência e flexibilidade numérica.
  13. Conseguir entender os significados dos números.
  14. Conseguir entender as múltiplas relações entre os números.
  15. Conseguir reconhecer números de referência e padrões de números.
  16. Conseguir reconhecer erros numéricos grosseiros.
  17. Conseguir entender e usar formas e representações equivalentes de números, bem como expressões equivalentes.
  18. Conseguir entender os números como referências a medidas de coisas no mundo real.
  19. Conseguir mover-se perfeitamente entre o mundo real das quantidades e o mundo matemático dos números e das expressões numéricas.
  20. Ter a capacidade de inventar procedimentos para realizar operações numéricas.
  21. Conseguir representar o mesmo números de várias maneiras dependendo do contexto e do objetivo da representação.
  22. Conseguir pensar ou falar de forma razoável sobre as propriedades gerais de um problema ou expressão numérica - sem fazer qualquer cálculo preciso.
  23. Gerar uma expectativa de que os números são úteis e que a matemática tem uma certa regularidade.
  24. Uma sensação não algorítmica para números.
  25. Uma rede concetual bem organizada que permite a uma pessoa relacionar número e operação.
  26. Uma estrutura concetual que se baseia em muitas ligações entre as quais relações matemáticas, princípios matemáticos e procedimentos matemáticos.
  27. Uma linha numérica mental onde representações analógicas de quantidades numéricas podem ser manipuladas.
  28. Uma capacidade não-verbal, evolucionariamente antiga, e inata de processar numerosidades aproximadas.
  29. Uma capacidade ou espécie de conhecimento sobre números em vez de um processo intrínseco.
  30. Um processo que se desenvolve e amadurece com experiência e conhecimento.

Sessão síncrona

É um momento de comunicação em tempo real e em que há trocas de mensagens de forma instantânea entre os intervenientes. Comunicações em chat ou videochamada são dois exemplos de sessões síncronas. No caso do ensino a distância, falamos de aulas em direto, em que o professor e o(s) aluno(s) estão a comunicar em tempo real.

veja também

Sinapse

Estrutura de contacto entre um neurónio e outra célula, através da qual se dá a transmissão de informações entre ambos. São estímulos que passam de um neurónio para outro por meio de neurotransmissores, não existindo um contacto físico, devido ao espaço entre eles, conhecido como fenda sináptica.


Sinaptogénese

Processo de formação de sinapses entre os neurónios do sistema nervoso central.
 


Subitizing

Julgamento numérico rápido e preciso para pequenas quantidades (até 4) de material, sem contar.


SWS – slow-wave sleep

Ou sono profundo. Consiste na fase 3 do sono, com movimentos oculares não rápidos (NREM).
 


Receba as nossas novidades e alertas

Acompanhe todas as novidades.
Subscrever