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Despertar a curiosidade nos alunos é essencial, mas fazê-lo da forma correta pode ser um desafio, para alguns professores. No «Educar tem Ciência» desta semana, a psicóloga Joana Rato e o presidente da Iniciativa Educação, Nuno Crato, discutem a importância de direcionar a curiosidade para objetivos escolares de aprendizagem.

Neste episódio, poderá saber mais sobre:

  • O conceito de curiosidade;
  • O que a investigação diz sobre a relação entre curiosidade e aprendizagem;
  • Como trabalhar a curiosidade na sala de aula.

Artigos mencionados no episódio

  1. Fandakova, Y., & Gruber, M. J. (2021). States of curiosity and interest enhance memory differently in adolescents and in children. Developmental Science, 24(1), e13005. Disponível aqui
  2. Keller, N. E., Salvi, C., Leiker, E. K., Gruber, M. J., & Dunsmoor, J. E. (2024). States of epistemic curiosity interfere with memory for incidental scholastic facts. NPJ science of learning9(1), 22. Disponível aqui

COM:

Joana Rato é psicóloga da Educação desde 2003 e doutorada em Ciências da Saúde (na especialidade de Neuropsicologia) pelo Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa (UCP) desde 2014. Actualmente trabalha no Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde (CIIS) da UCP e desenvolve o projecto Mente, Cérebro e Educação com a colaboração de professores de várias escolas. Em 2013, através do Alumni Award da James S. McDonnell Foundation, participou na 3rd Latin-American School for Educational, Cognitive and Neural Sciences e, em 2015, recebeu o Prémio de Mérito da Fundação D. Pedro IV. Os seus interesses de investigação passam pela Neuropsicologia aplicada à Educação com destaque para a avaliação neuropsicológica de crianças e adolescentes. É co-autora do livro “Quando o cérebro do seu filho vai à escola”.

Nuno Crato é professor desde 1980. Lecionou no Ensino Secundário e no Instituto Superior de Economia e Gestão, em Lisboa, onde atualmente é catedrático de Matemática e Estatística.

Foi professor e investigador nos Estados Unidos da América, onde trabalhou mais de uma década, e no Centro de Investigação Comunitário JRC, em Itália. Foi ministro da Educação e Ciência entre 2011 e 2015. Durante o seu mandato, a escolaridade obrigatória foi prolongada até ao 12.º ano, o Inglês foi introduzido como disciplina obrigatória do 3.º ao 9.º ano, e o abandono escolar reduziu para metade. Em 2015 Portugal obteve os seus melhores resultados internacionais de sempre, tendo ultrapassado países habitualmente muito bem colocados (como a Finlândia) no TIMSS em Matemática do 4º ano. Tem pugnado por um ensino exigente e rigoroso como forma de fornecer oportunidades de sucesso a todos.  

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