Oradores
Já conhece o programa da conferência?
Veja aquiSabia que...
23% dos jovens com 15 anos na OCDE têm dificuldades extremas a ler palavras e frases elementares?
Em Portugal, 25% dos alunos do 4.º ano não alcançam níveis razoáveis de leitura e 23% dos jovens de 15 anos têm dificuldades extremas a ler. Estes são os últimos dados disponíveis dos estudos internacionais PIRLS e do PISA, respetivamente. Qual é a importância de se intervir atempadamente nestas dificuldades? Este é um dos temas em discussão na conferência «Educar tem Ciência».
Mais informação na sessão Ler melhor, saber mais, com João Lopes e Pedro Martins.
As dificuldades de leitura tendem a acentuar-se, se não forem corrigidas?
As dificuldades de leitura não se mantêm, acentuam-se. O que quer dizer que o fosso entre os alunos com dificuldades de leitura e aqueles que não as têm vai aumentando, se nada for feito. Assim, como é que os alunos com estas dificuldades podem ser ajudados? Este é um dos temas em discussão na conferência «Educar tem Ciência».
Mais informação na sessão Aprender a ler, de A a Z, com os professores que implementam o programa AaZ – Ler Melhor, Saber Mais.
«Estilos de aprendizagem» são preferências que não influenciam a aprendizagem?
Muitos educadores acreditam que os alunos têm diferentes «estilos de aprendizagem» e que adaptar as técnicas de ensino e materiais a cada estilo resultará num melhor desempenho escolar. Mas isto é um mito - o ensino personalizado desta forma não beneficia os alunos. Este é um dos temas em discussão na conferência «Educar tem Ciência».
Mais informação na sessão Ensinar tem Ciência, com Sofia Garcia da Silva.
Há atividades simples para evitar perdas de aprendizagem durante as férias?
As interrupções letivas, sobretudo as mais prolongadas, podem traduzir-se em retrocessos significativos, sobretudo nos alunos dos primeiros anos de escolaridade ou provenientes de contextos socioeconómicos mais desfavorecidos. Embora muitas crianças as recuperem parcialmente nas primeiras semanas do novo ano letivo, nem todas o fazem ao mesmo ritmo. Este é um dos temas em discussão na conferência «Educar tem Ciência».
Mais informação na sessão Ensinar tem Ciência, com Sofia Garcia da Silva.
Quando nos esforçamos para recordar uma informação, estamos a estimular a sua memorização e compreensão
A prática de recuperação é uma estratégia de estudo que recorre à autoavaliação para uma aprendizagem mais eficaz. O princípio é simples: é preciso testar e reproduzir o conhecimento que queremos aprender. Quando nos esforçamos para recordar uma informação, estamos a estimular a sua memorização e também a sua compreensão. Este é um dos temas em discussão na conferência «Educar tem Ciência».
Mais informação na sessão Aprender ou memorizar?, com Célia Oliveira e Joana Rato.
A nossa memória é limitada?
Muitas teorias educativas partem do princípio de que os alunos têm uma capacidade cognitiva ilimitada, descurando barreiras que podem ter impacto na aprendizagem. É importante reduzir a carga cognitiva desnecessária no ensino, garantindo que os alunos conseguem efetivamente processar e reter informação nova. Este é um dos temas em discussão na conferência «Educar tem Ciência».
Mais informação na sessão Learning in the brain, com Stanislas Dehaene.

















