Conferência Educar tem Ciência

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Educação, ciência e leitura num só encontro

No dia 25 de outubro, educação e ciência sobem ao palco, para a primeira conferência da Iniciativa Educação. Junte-se a nós para um debate informado pela evidência, na presença de alguns dos mais reputados especialistas nas áreas da economia, da leitura e das neurociências.

Oradores

Adriana Eleutério

Adriana Eleutério

Professora titular do 1.º ciclo do Ensino Básico

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António Feijó

António Feijó

Professor Emérito da Universidade de Lisboa e presidente da Fundação Calouste Gulbenkian

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Célia Oliveira

Célia Oliveira

Psicóloga da Educação e Ciências Cognitivas e professora na Universidade Lusófona do Porto

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Harald Manheim

Harald Manheim

Co-fundador e CPO da Ludenso

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Inês Soares dos Santos

Inês Soares dos Santos

Membro do Conselho Diretivo e da Família fundadora da Iniciativa Educação

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Ingrid Skrede

Ingrid Skrede

Co-fundadora e CMO da Ludenso

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Joana Rato

Joana Rato

Psicóloga da Educação e professora na Universidade Católica Portuguesa

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João Lopes

João Lopes

Professor na Universidade do Minho e coordenador do AaZ – Ler Melhor, Saber Mais

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Pedro Freitas

Pedro Freitas

Investigador no What Works Hub for Global Education da Universidade de Oxford e no Centro de Economia da Educação da Nova SBE

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Joshua Angrist

Joshua Angrist

Professor no MIT e Prémio Nobel da Economia em 2021

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Miguel Herdade

Miguel Herdade

Diretor no The Access Project e governador de uma escola primária em Londres

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Mónica Vieira

Mónica Vieira

Coordenadora-geral da Iniciativa Educação

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Nuno Crato

Nuno Crato

Presidente da Iniciativa Educação

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Pedro Martins

Pedro Martins

Professor Catedrático na Nova SBE e avaliador externo do AaZ – Ler Melhor, Saber Mais

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Sofia Garcia da Silva

Sofia Garcia da Silva

Coordenadora da unidade de Lisboa do CADIn – Centro de Neurodesenvolvimento e Inclusão. Doutoranda em Formação de Professores

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Sónia Brás

Sónia Brás

Encarregada de educação de um aluno do AaZ – Ler Melhor, Saber Mais

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Sónia Ferreira

Sónia Ferreira

Professora-tutora do AaZ – Ler Melhor, Saber Mais

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Stanislas Dehaene

Stanislas Dehaene

Professor no Collège de France e presidente do CSEN - Conseil scientifique de l’éducation nationale

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Já conhece o programa da conferência?

Veja aqui

Sabia que...

Em Portugal, 25% dos alunos do 4.º ano não alcançam níveis razoáveis de leitura e 23% dos jovens de 15 anos têm dificuldades extremas a ler. Estes são os últimos dados disponíveis dos estudos internacionais PIRLS e do PISA, respetivamente. Qual é a importância de se intervir atempadamente nestas dificuldades? Este é um dos temas em discussão na conferência «Educar tem Ciência».

Mais informação na sessão Ler melhor, saber mais, com João Lopes e Pedro Martins.

As dificuldades de leitura não se mantêm, acentuam-se. O que quer dizer que o fosso entre os alunos com dificuldades de leitura e aqueles que não as têm vai aumentando, se nada for feito. Assim, como é que os alunos com estas dificuldades podem ser ajudados? Este é um dos temas em discussão na conferência «Educar tem Ciência».

Mais informação na sessão Aprender a ler, de A a Z, com os professores que implementam o programa AaZ – Ler Melhor, Saber Mais.

Muitos educadores acreditam que os alunos têm diferentes «estilos de aprendizagem» e que adaptar as técnicas de ensino e materiais a cada estilo resultará num melhor desempenho escolar. Mas isto é um mito - o ensino personalizado desta forma não beneficia os alunos. Este é um dos temas em discussão na conferência «Educar tem Ciência».

Mais informação na sessão Ensinar tem Ciência, com Sofia Garcia da Silva.

As interrupções letivas, sobretudo as mais prolongadas, podem traduzir-se em retrocessos significativos, sobretudo nos alunos dos primeiros anos de escolaridade ou provenientes de contextos socioeconómicos mais desfavorecidos. Embora muitas crianças as recuperem parcialmente nas primeiras semanas do novo ano letivo, nem todas o fazem ao mesmo ritmo. Este é um dos temas em discussão na conferência «Educar tem Ciência».

Mais informação na sessão Ensinar tem Ciência, com Sofia Garcia da Silva.

A prática de recuperação é uma estratégia de estudo que recorre à autoavaliação para uma aprendizagem mais eficaz. O princípio é simples: é preciso testar e reproduzir o conhecimento que queremos aprender. Quando nos esforçamos para recordar uma informação, estamos a estimular a sua memorização e também a sua compreensão. Este é um dos temas em discussão na conferência «Educar tem Ciência».

Mais informação na sessão Aprender ou memorizar?, com Célia Oliveira e Joana Rato.

Muitas teorias educativas partem do princípio de que os alunos têm uma capacidade cognitiva ilimitada, descurando barreiras que podem ter impacto na aprendizagem. É importante reduzir a carga cognitiva desnecessária no ensino, garantindo que os alunos conseguem efetivamente processar e reter informação nova. Este é um dos temas em discussão na conferência «Educar tem Ciência».

Mais informação na sessão Learning in the brain, com Stanislas Dehaene.