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Nas sociedades modernas, o domínio da leitura e da escrita é indispensável. Não por acaso, os sistemas educativos colocam o melhor dos seus esforços e recursos ao serviço do ensino universal da leitura e da escrita. Ainda assim, algumas crianças têm mais dificuldades. Minimizar essas dificuldades, e ultrapassá-las, numa altura (os primeiros anos de escolaridade) em que, mais do que nunca, a intervenção tem probabilidades de ser bem-sucedida, constitui um dos objetivos centrais do Programa AaZ – Ler Melhor, Saber Mais, desenvolvido por Teresa e Alexandre Soares dos Santos – Iniciativa Educação

  • Ler não é um ato natural, mas sim social. É uma competência complexa, que resulta da integração de diversas outras habilidades. Este importantíssimo ato social depende, para a esmagadora maioria das pessoas, de outro ato social igualmente importante e significativo: o ensino.
     
  • É comum que, numa sala de aula, alguns alunos aprendam a ler com facilidade, e outros com dificuldade. Estes problemas de leitura devem, por isso, ser encarados como habituais e esperados, ainda que indesejados, e a sua abordagem deve constituir uma parte rotineira de um programa normal de instrução, e não de um programa de educação especial. Trata-se, sem dúvida, da componente mais exigente da instrução, já que é necessário intervir de forma tendencialmente individual, intensiva e, em alguns casos, durante anos. Este tipo de intervenção necessita frequentemente, por isso, de ser realizado adicionalmente ao contexto de sala de aula, exigindo uma resposta diferenciada.
     
  • Determinados aprendizados escolares constituem condição necessária (ainda que não suficiente) de aprendizagem de quase todas as outras. É este, inequivocamente, o caso da leitura e da escrita. 
     
  • O desfasamento dos alunos com dificuldades relativamente aos restantes, tende a aumentar, e não a diminuir. Consequentemente, quanto mais cedo forem detetadas as dificuldades maior é a probabilidade de sucesso da intervenção.
     
  • As dificuldades de aprendizagem no início da escolaridade abalam fortemente a predisposição dos alunos para as tarefas académicas, e fazem diminuir, de forma muito significativa, a motivação com que os alunos entraram para a escola. A confiança e entusiasmo iniciais tendem a diluir-se e a dar lugar a uma perceção de incompetência e a sentimentos negativos face à aprendizagem e à escola.

Teresa e Alexandre Soares dos Santos – Iniciativa Educação visa, com este programa, colmatar e ultrapassar falhas na aprendizagem inicial da leitura e escrita, evitando a desmotivação dos alunos e o seu distanciamento progressivo face aos pares. 

Pretende-se que os alunos apoiados no âmbito do programa, no momento em que saírem, tenham alcançado um desempenho em leitura e escrita idêntico ao da média do grupo-turma em que se inserem.

Além do aumento significativo da proficiência na leitura, espera-se que os alunos apoiados pelo projeto desenvolvam confiança na sua capacidade para ler e escrever e motivação para a leitura.

Os alvos do programa são alunos do 1.º e do 2.º ano de escolaridade com dificuldades na leitura e escrita. A escolha do público-alvo do programa prende-se com o princípio de que quanto mais cedo forem detetadas as dificuldades, maior é a probabilidade de sucesso na sua ultrapassagem (as probabilidades tendem a diminuir, rápida e drasticamente, entre o 1.º e o 4.º ano), dado o caráter cumulativo da aprendizagem e dos défices dessa aprendizagem.

O Programa AaZ – Ler Melhor, Saber Mais tem a duração de um a três anos.

O primeiro passo do programa consiste na avaliação das áreas deficitárias e dos processos nelas envolvidos. No caso específico das dificuldades de leitura, é indispensável, antes de mais, avaliar o desempenho na leitura/escrita de letras, sílabas, palavras e texto. A avaliação específica das dificuldades é essencial para traçar a linha de base da qual o sujeito parte, antes da intervenção. Essa linha de base permite perceber a dimensão das dificuldades, focalizar a intervenção em áreas particularmente deficitárias, ajuizar sobre as probabilidades de sucesso da intervenção e realizar comparações futuras de desempenho na leitura/escrita. 

O segundo passo consiste na estruturação individual do apoio. Cada aluno acompanhado terá, no mínimo, três, e no máximo cinco sessões semanais com um professor-tutor. Idealmente, as sessões serão individuais, tendo uma duração de 30 a 45 minutos. Nunca será ultrapassado o limite de um tutor para três alunos.

O terceiro passo envolve a reavaliação, de três em três semanas, dos alunos que se encontram no programa. As turmas onde estes alunos estão inseridos serão também alvo de três avaliações ao longo do ano (no início do ano letivo, em janeiro, e no final do ano letivo). A conjugação destas avaliações permitirá perceber a trajetória dos alunos apoiados, por comparação consigo próprios e com a média das turmas em que estão inseridos.

Documentos para download

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