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Harry A. Patrinos

Harry Anthony Patrinos é atualmente o Practice Manager de educação do Banco Mundial para a região da Europa e Ásia Central. Doutorado pela Universidade de Sussex, integrou o Conselho Económico do Canadá e é autor de mais de 40 artigos em revistas científicas e outras publicações especializadas. Ao longo da sua carreira, Harry Patrinos tem liderado programas de estudo e financiamento na área da educação na Argentina, Colômbia e México. Destes, destaca-se o projeto regional de investigação sobre as condições socioeconómicas dos povos indígenas da América Latina, publicado pela editora Palgrave Macmillan sob o título Indigenous Peoples, Poverty and Human Development in Latin America (2006).

Harry Patrinos é também coautor das seguintes obras: Policy Analysis of Child Labor: A Comparative Study (St. Martin’s, 1999), Decentralization of Education: Demand-Side Financing (World Bank, 1997) e Indigenous People and Poverty in Latin America: An Empirical Analysis (World Bank/Ashgate, 1994).

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Apesar de se ter atingido, nas escolas de todo o mundo, um número recorde de matrículas, a aprendizagem é limitada.


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A pandemia da covid-19 levou ao encerramento súbito de escolas em toda a Europa. Os professores e as direções escolares não estavam preparados para transitar subitamente para um sistema de ensino remoto, tendo sido obrigados a criar soluções de emergência. Como referimos numa primeira versão deste artigo, os estudos iniciais revelam que que tais medidas estão a gerar perdas de aprendizagem. Para reduzir e reverter os impactos negativos da pandemia a longo prazo, os governos terão de implementar programas de recuperação da aprendizagem, proteger os orçamentos para a educação e prepararem-se para futuros choques. Contudo, são necessários dados sobre mais países para se fazer uma avaliação mais precisa das consequências da pandemia na educação.


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