Como Marrocos melhora a aprendizagem dos alunos: o êxito das Escolas Pioneiras
Para conseguir ganhos na aprendizagem, as Escolas Pioneiras de Marrocos preferiram a evidência científica à intuição e reverteram uma crise educativa iminente. Combinando instrução explícita e uma abordagem conhecida como Teaching at the Right Level, sempre a par de guiões pedagógicos rigorosos e permanente monitorização digital, o programa quadruplicou os índices de proficiência em apenas um ano, e afirma-se hoje como modelo que pode inspirar uma reforma educativa no mundo.
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Como ler com as crianças? Algumas estratégias de leitura interativa para professores e famílias
Ler em voz alta para as crianças é um investimento com benefícios para toda a vida. No entanto, a competição com os ecrãs tem afastado as famílias dos livros, prejudicando o desenvolvimento da linguagem nos mais novos. Este artigo procura inverter esta tendência através da partilha de ferramentas práticas para trazer de volta o hábito da leitura em família.
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Ensino superior: alavanca ou obstáculo à mobilidade social?
Algumas universidades são facilmente reconhecidas pelo nome: MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), Columbia ou Harvard soam certamente familiares. É nelas que se concentram alguns dos cientistas mais prestigiados, bem como as invenções e os avanços científicos mais significativos. E também é nessas instituições que se formam muitos dos futuros decisores.
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Interferência contextual: a dificuldade desejável esquecida
Robert e Elizabeth Bjork identificaram, em tempos, cinco «dificuldades desejáveis». Destas cinco, houve três que se tornaram preferenciais no mundo da educação: a prática espaçada, a prática intercalada e a prática de recuperação. Estas são citadas em livros, em ações de formação profissional e em documentos que definem políticas educativas. Já as outras duas não têm a mesma sorte. A interferência contextual e a redução do feedback raramente recebem a mesma atenção. Talvez por não serem tão fáceis de explicar. Talvez por parecerem contradizer aquilo que normalmente entendemos por boa educação (seja lá o que isso for). Este meu artigo discute a interferência contextual, a dificuldade desejável cuja influência nem sempre reconhecemos e que acabamos por negligenciar de forma sistemática.
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O sono dos adolescentes não tira fins de semana
Dormir é essencial para se ser saudável — sobretudo em períodos de intenso desenvolvimento neurológico, como o da adolescência. E a investigação é clara: não devemos preocupar-nos apenas com os dias da semana.
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O ensino de qualidade não é uma medida educativa especial
Os princípios educativos que apoiam as crianças com necessidades especiais são, afinal, os alicerces de um ensino eficaz para todos.
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Serão os testes um caminho que as reformas educativas devem explorar?
Numa experiência de curta duração do Departamento de Educação do Luisiana, nos Estados Unidos, percebemos que é eficaz associar testes de leitura aos conteúdos que os alunos aprendem.
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Como quebrar o ciclo da ansiedade perante os testes? Com mais testes e melhor regulação das emoções
Ansiedade perante testes escolares e baixo desempenho formam um círculo vicioso. Um estudo recente dá pistas sobre esta associação e como quebrá-la. Alunos que catastrofizam (pensam que o mundo vai acabar por causa de uma nota) ou que ficam a ruminar nos problemas acabam por ter pior desempenho. Isso gera mais ansiedade e notas ainda mais baixas. Pelo contrário, alunos que conseguem colocar o teste em perspetiva e focar-se no planeamento (o que fazer a seguir?) tendem a ter menos ansiedade e melhor desempenho. Fazer mais testes formativos (que não contam para a nota) e o treino das boas estratégias usadas pelos alunos com menor ansiedade poderá ser uma solução.
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A metáfora das caixas e a memória de trabalho
Este artigo pretende dar um novo enquadramento à memória de trabalho.
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Porque é que alguns países, escolas e alunos têm melhores resultados a matemática do que outros? Uma revisão sistemática de 25 anos de estudos PISA
O PISA não é um campeonato educativo entre países, mas um retrato das condições que moldam o sucesso ou o fracasso escolar. Uma síntese de 25 anos de investigação, publicada recentemente, mostra que o desempenho em matemática depende sobretudo do contexto familiar, do clima escolar e das práticas de ensino, e que as desigualdades podem ser reduzidas com políticas educativas bem desenhadas.
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Como se explica o êxito de literacia dos estados do Sul dos EUA?
A recente melhoria nos resultados de leitura em estados do Sul dos Estados Unidos, conhecida no mundo académico como a «vaga sulista», não se deve apenas ao ensino fónico ou à prestação de contas.
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Como reduzir a ansiedade face à matemática?
Segundo a OCDE, mais de um terço dos adolescentes sente ansiedade perante a matemática. Essa emoção, que mistura medo, tensão e insegurança, pode comprometer o sucesso académico e até limitar oportunidades profissionais futuras. Mas há boas notícias. Um estudo recente, publicado no Journal of Educational Psychology, identificou intervenções eficazes para reduzir a ansiedade face à matemática e, simultaneamente, melhorar o desempenho escolar.
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Clermont Gauthier
Steve Bissonnette
Gabriela Velasquez
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Pedro Freitas
Paul A. Kirschner
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