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Rita Ginja, economista e professora na Universidade de Bergen, explica-nos como uma experiência de interrupção letiva na Argentina pode servir para antever os efeitos negativos do mais recente encerramento das escolas. A educação e as gerações futuras em discussão no programa da Rádio Observador onde a ciência fala com a educação.

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É professor desde 1980. Lecionou no Ensino Secundário e no Instituto Superior de Economia e Gestão, em Lisboa, onde atualmente é catedrático de Matemática e Estatística.

Foi professor e investigador nos Estados Unidos da América, onde trabalhou mais de uma década, e no Centro de Investigação Comunitário JRC, em Itália. Foi ministro da Educação e Ciência entre 2011 e 2015. Durante o seu mandato, a escolaridade obrigatória foi prolongada até ao 12.º ano, o Inglês foi introduzido como disciplina obrigatória do 3.º ao 9.º ano, e o abandono escolar reduziu para metade. Em 2015 Portugal obteve os seus melhores resultados internacionais de sempre, tendo ultrapassado países habitualmente muito bem colocados (como a Finlândia) no TIMSS em Matemática do 4º ano. Tem pugnado por um ensino exigente e rigoroso como forma de fornecer oportunidades de sucesso a todos.  

Rita Ginja é Professora Associada do Departamento de Economia da Universidade de Bergen e Doutorada em Economia pela University College London.

Os seus principais interesses de investigação incluem as áreas da economia do trabalho, do desenvolvimento e da saúde. Rita estudou os impactos de curto, médio e longo prazo dos investimentos iniciais nas crianças. Em particular, o impacto no desempenho académico, saúde e comportamentos da infância no início da idade adulta de programas pré-escolares voltados para crianças que vivem em famílias desfavorecidas, como o Head Start nos EUA e o Sure Start no Reino Unido; e o impacto de choques persistentes e transitórios nos investimentos dos pais nas crianças em termos de tempo e dinheiro.

Mais recentemente, Rita estudou o impacto dos benefícios da licença parental nos resultados dos filhos e na oferta de trabalho doméstico, bem como os impactos indiretos dessas políticas nas decisões de contratação e promoção de locais de trabalho. Tem também investigado várias políticas em países latino-americanos. Mais concretamente, as visitas domiciliárias a famílias pobres no Chile e os impactos na saúde e no mercado de trabalho da introdução do seguro saúde universal no México.

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