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Está a terminar o terceiro ano letivo vivido em pandemia. Foram anos marcados pelo encerramento das escolas, por faltas recorrentes devido a isolamentos e pelo ensino a distância. É preciso pensar no futuro e na melhor forma de recuperar o que se perdeu. Que medidas podem ser adotadas? O que podemos esperar, se nada fizermos? No nono episódio do Educar tem Ciência, Nuno Crato e Pedro Freitas conversam sobre o impacto da pandemia no ensino.

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Nuno Crato é professor desde 1980. Lecionou no Ensino Secundário e no Instituto Superior de Economia e Gestão, em Lisboa, onde atualmente é catedrático de Matemática e Estatística.

Foi professor e investigador nos Estados Unidos da América, onde trabalhou mais de uma década, e no Centro de Investigação Comunitário JRC, em Itália. Foi ministro da Educação e Ciência entre 2011 e 2015. Durante o seu mandato, a escolaridade obrigatória foi prolongada até ao 12.º ano, o Inglês foi introduzido como disciplina obrigatória do 3.º ao 9.º ano, e o abandono escolar reduziu para metade. Em 2015 Portugal obteve os seus melhores resultados internacionais de sempre, tendo ultrapassado países habitualmente muito bem colocados (como a Finlândia) no TIMSS em Matemática do 4º ano. Tem pugnado por um ensino exigente e rigoroso como forma de fornecer oportunidades de sucesso a todos.  

Pedro Freitas é doutorado em Economia na Nova School of Business and Economics (Nova SBE). É, atualmente, investigador associado do What Works Hub for Global Education da Universidade de Oxford e do Centro de Economia da Educação da Nova SBE. A sua investigação foca-se em tópicos de Economia da Educação e Capital Humano, tais como o impacto do professor nas aprendizagens dos alunos, necessidades de recrutamento de docentes e métodos de avaliação. É autor do livro «Economia da Educação: um olhar sobre o sistema de ensino português».

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