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Os resultados dos alunos portugueses no PISA 2022 levantam questões muito importantes, sobre as quais importa refletir. O que explica estes resultados e como podemos invertê-los? No Educar tem Ciência desta semana, aprofundamos as causas e as soluções que estão ao nosso alcance, com a ajuda de Nuno Crato e João Marôco.

COM:

João Marôco, Ph.D. (Washington State University 1998), é professor catedrático da Universidade Lusófona e especialista em Estatística e Métodos de Investigação. Consultor do Banco Mundial e da Iniciativa Educação em estatísticas da educação, foi vogal do Conselho Diretivo do IAVE, I.P., onde liderou os estudos de avaliação educativa em larga escala (PISA, TIMSS, PIRLS, ICILS). Com mais de 50 000 citações (Google Scholar H=78, i10=333), integra o top 2% mundial de cientistas mais citados (Stanford/Elsevier). Autor de quatro livros e mais de 450 artigos, ministra palestras globais e colabora com a imprensa portuguesa, sendo uma voz proeminente na avaliação psicométrica e educacional.

Nuno Crato é professor desde 1980. Lecionou no Ensino Secundário e no Instituto Superior de Economia e Gestão, em Lisboa, onde atualmente é catedrático de Matemática e Estatística.

Foi professor e investigador nos Estados Unidos da América, onde trabalhou mais de uma década, e no Centro de Investigação Comunitário JRC, em Itália. Foi ministro da Educação e Ciência entre 2011 e 2015. Durante o seu mandato, a escolaridade obrigatória foi prolongada até ao 12.º ano, o Inglês foi introduzido como disciplina obrigatória do 3.º ao 9.º ano, e o abandono escolar reduziu para metade. Em 2015 Portugal obteve os seus melhores resultados internacionais de sempre, tendo ultrapassado países habitualmente muito bem colocados (como a Finlândia) no TIMSS em Matemática do 4º ano. Tem pugnado por um ensino exigente e rigoroso como forma de fornecer oportunidades de sucesso a todos.  

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