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A investigação científica tem um grande contributo a dar à educação, mas o processo para passar da teoria à prática nem sempre é simples. Em que medida, a investigação científica através da sua informação e dos seus dados produzidos poderá influenciar as decisões na educação? No Educar tem Ciência desta semana, Miguel Herdade e Nuno Crato discutem como o trabalho desenvolvido por investigadores britânicos tem influenciado o desenvolvimento de métodos pedagógicos no Reino Unido.

COM:

Miguel Herdade é director no The Access Project em Londres. Fundou e dirigiu vários projectos em Portugal e no Reino Unido com foco em desigualdades educativas e integração social. É Governador de uma escola primária em Londres. Anteriormente, foi Director Associado no Ambition Institute, uma organização especializada na formação de professores em escolas desfavorecidas no Reino Unido, co-fundador e Director na Orquestra Sem fronteiras, co-fundador e Diretor Executivo da Academia do Johnson e assistente na Nova School of Business and Economics.

Nuno Crato é professor desde 1980. Lecionou no Ensino Secundário e no Instituto Superior de Economia e Gestão, em Lisboa, onde atualmente é catedrático de Matemática e Estatística.

Foi professor e investigador nos Estados Unidos da América, onde trabalhou mais de uma década, e no Centro de Investigação Comunitário JRC, em Itália. Foi ministro da Educação e Ciência entre 2011 e 2015. Durante o seu mandato, a escolaridade obrigatória foi prolongada até ao 12.º ano, o Inglês foi introduzido como disciplina obrigatória do 3.º ao 9.º ano, e o abandono escolar reduziu para metade. Em 2015 Portugal obteve os seus melhores resultados internacionais de sempre, tendo ultrapassado países habitualmente muito bem colocados (como a Finlândia) no TIMSS em Matemática do 4º ano. Tem pugnado por um ensino exigente e rigoroso como forma de fornecer oportunidades de sucesso a todos.  

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